
in Público 26.02.2007




Ainda não tinha conhecimento desta notícia, mas encontrei-a nas minhas pesquisas na Internet e desde logo achei um assunto interessante para ser partilhado.
No final do ano passado, 2006, nasceu um golfinho no Algarve através de um processo de inseminação artificial. O processo decorreu com recurso a esperma congelado vindo dos Estados Unidos, do Sea World.
Durante cerca de 6 meses prepararam os pais para todos os procedimentos necessários à inseminação artificial. Isto permitiu que a fêmea fosse inseminada de uma forma, para ela, já natural, num processo que durou cerca de 30 minutos, limitando-se a estar dentro de água de barriga para cima.
Foi a primeira vez que foi utilizado esperma congelado nesta espécie de roazes. Este processo evitou deslocações entre Portugal e os EUA, dado que o pai vive no Sea Worl, e também para evitar problemas de consaguinidade entre os golfinhos do parque algarvio.
Ora aqui está um assunto interessante...
O poliestireno é um plástico à base de petróleo constitui os pratos e copos descartáveis que usamos no quotidiano. Raramente é reciclado e a sua decomposição é extremamente lenta, o que constitui uma grave ameaça ao ambiente.
Existe agora uma forma de converter o poliestireno num material menos nocivo para o ambiente, graças ao metabolismo da bactéria Pseudomonas putida, vulgarmente encontrada no solo. Basta fundir o poliestireno, transformando-o em estireno. o qual é utilizado pela bactéria. O produto resultante destes decompositores é um plástico biodegradável!



Distribuição – Sul de África
Habitat – Lagos interiores, salgados e alcalinos (à base de saís de soda), bem como lagoas costeiras
Alimentação – Essencialmente constituída por algas microscópicas, que os flamingos filtram das águas através de adaptações especiais do seu bico.
Reprodução – Nidifica em colónias de milhares de indivíduos (por vezes, mesmo com mais de um milhão de aves), onde deposita geralmente um ovo em pequenos ninhos de lama, construídos pouco acima do nível da água do lago, e afastados das margens por causa dos predadores.
Tamanho / peso – 80 a 90 cm / 1,5 a 2 kg
Conservação – Não se encontra ameaçada.
Os flamingos bombeiam continuamente a água através de movimentos repetidos da língua (20 vezes por segundo), sugando a água carregada de alimento e forçando a passar pelos lados do bico, onde centenas de pequenas lamelas filtram os organismos de que se alimentam. A água dos lagos onde os flamingos pequenos procriam, apresenta várias matizes rosadas e encarnadas, devido às altas concentrações salinas e às microalgas vermelhas que aí proliferam.

Este é o canguru-arborícola-de-Huon de pelagem cor castanha mogno e manchas douradas. São semelhantes aos conhecidos cangurus que habitam no solo, mas ao contrário destes, passam grande parte da sua vida nas árvores. Têm o corpo mais curto e robusto, as patas mais largas e curtas e garras curvas para trepar. A sua cauda é longa e cilíndrica usada para se balançar entre os ramos.
O canguru-arborícola-de-Huon também é dotado de um marsúpio (bolsa), onde cuida da sua cria. A cria passa cerca de 10 meses no marsúpio, e ao fim de um ano de idade deixa o marsúpio de vez, ficando a mãe pronta a acasalar de novo.
O canguru-arborícola-de-Huon encontra-se em altitudes de 1000-3300 m nas florestas tropicais montanhosas da Península de Huon da Papua Nova-Guiné. Têm hábitos nocturnos e passam grande parte do tempo a dormir a digerir as suas refeições. A sua dieta é composta principalmente por folhas, no entanto também se alimentam de fruta, nozes, casca de árvore, seiva, ovos de aves e pequenas crias de ave.
Esta espécie é alvo de um plano de sobrevivência de espécies dado que a exploração de madeira na floresta de chuvas da Papua Nova Guiné reduziu o seu habitat, assim como a sua caça por parte dos nativos, têm vindo a diminuir as populações destes cangurus.

